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Quando o assunto é vacinação infantil, é comum que a atenção dos pais esteja concentrada nos primeiros meses e anos de vida. Mas a caderneta não deve ser deixada de lado à medida que a criança cresce.
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É justamente na infância maior e na adolescência que algumas doses de reforço e vacinas importantes acabam sendo esquecidas.
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Segundo a infectologista Martina Zanotti, do Hospital Vitória Apart, a mudança de rotina nessa fase ajuda a explicar o problema. “Nessa fase, os jovens costumam deixar de frequentar regularmente o pediatra, e muitos pais acabam não sendo orientados sobre a necessidade de novas doses".
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Para manter a caderneta de crianças e adolescentes em dia, é importante incluir as vacinas contra o HPV, o reforço da meningocócica ACWY e da dupla adulto, que protege contra difteria e tétano.
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Imunizantes como a pneumocócica conjugada 20-valente (VPC20) e o segundo reforço da vacina inativada contra a poliomielite (VIP) aos 4 anos de idade também não devem ser esquecidas.
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Segundo o Calendário de Vacinação 2026/2027 da Sociedade Brasileira de Pediatria, vacinas contra a meningite, VSR, dengue e Covid-19 também são recomendadas.
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Vale ressaltar que uma caderneta incompleta não representa apenas maior vulnerabilidade individual. Quando a cobertura vacinal cai, aumenta também a possibilidade de doenças que estavam controladas ou eliminadas voltarem a circular.
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