FOTO: Envato Elements
Uma capitã da PM morreu e outra mulher foi encontrada sem vida dentro de casa. Horas depois, uma mulher foi arremessada do terceiro andar de um prédio, mas sobreviveu. Em todos os casos, registrados em menos de 24 horas, os principais suspeitos são companheiros ou ex-companheiros.
FOTO: Marcos Santos/USP ImagensP
A capitã da Polícia Militar de Minas Gerais, Michele Leão Azevedo, foi levada morta para o Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte. O marido dela, o 3º sargento Eduardo Abner Pereira de Oliveira, também da PMMG, foi preso e é apontado pela investigação como suspeito de provável feminicídio.
FOTO: Reprodução/Redes sociais
FOTO: Reprodução/Redes sociais
Stifanie Ribeiro Firmino Silva, de 35 anos, foi morta por André Júnior Silva de Carvalho, de 24 anos, com quem se relacionava. Vizinhos encontraram a mulher morta no apartamento em que ela morava.
FOTO: Reprodução/Redes sociais
Uma mulher de 31 anos sobreviveu após ser jogada do terceiro andar de um edifício pelo próprio companheiro. A vítima caiu no segundo pavimento do imóvel e conseguiu sair andando, apresentando apenas escoriações.
FOTO: Science Photo Library
Entre janeiro e maio de 2026, Minas Gerais registrou 148 casos de feminicídio consumado e tentado, apenas um a menos que no mesmo período de 2025.
Números preocupam
FOTO: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Os dados indicam uma média de quase 13 vítimas de feminicídio por mês no estado. Na prática, uma mulher é morta por razões de gênero a cada dois dias e sete horas.
Mais de 70 mil mulheres procuraram as autoridades entre janeiro e maio após sofrerem ameaças, agressões, perseguição, violência psicológica ou outros crimes previstos na Lei Maria da Penha.
FOTO: Freepik
Violência vai além do feminicídio
Segundo especialistas, o feminicídio costuma ser o estágio final de um ciclo de violência marcado por controle, ciúmes, posse e agressões anteriores que muitas vezes passam despercebidas.
FOTO: Pexels
Casos revelam um padrão
Em casos de risco, denuncie. A denúncia pode interromper o ciclo da violência e salvar vidas. Procure a Polícia Militar (190), a Polícia Civil ou a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180).
FOTO: PMJ