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Expedição terminou de forma trágica com a morte de cinco mergulhadores italianos e um militar das equipes de resgate no Atol de Vaavu.
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O grupo desapareceu ao explorar uma caverna submarina profunda. O corpo do instrutor Gianluca Benedetti foi o primeiro a ser encontrado, logo na entrada.
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Além do instrutor, perderam a vida uma professora de ecologia, sua filha, um biólogo marinho e uma pesquisadora experiente.
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A complexidade das buscas vitimou o sargento Mohamed Mahudhee. O militar de 43 anos sofreu doença descompressiva após mergulhar para resgatar as vítimas.
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Os socorristas enfrentaram fortes correntes marítimas, escuridão total e passagens muito estreitas a quase 70 metros de profundidade.
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Especialistas apontam que a "narcose" (intoxicação temporária por ar comprimido) ou a perda da linha-guia em meio à lama podem ter causado pânico no grupo.
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A lei local limita o mergulho a 30 metros, mas a caverna estava muito abaixo disso. A licença do navio que levou o grupo foi suspensa pelas autoridades.
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