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A rotina de mulheres que cuidam de filhos com deficiência é marcada por amor, mas também por uma luta constante por inclusão, terapias e direitos básicos.
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Receber diagnósticos como o de Autismo ou Síndrome de Rett muda tudo. Para a maioria das famílias, o susto inicial logo se transforma em uma busca incessante por informação.
No Brasil, as mulheres são as principais responsáveis pelo cuidado com os filhos. Na maternidade atípica, a sobrecarga é ainda maior ao tentar conciliar tratamentos, trabalho e a falta de suporte.
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Para dar conta das idas aos médicos e terapias, essas mulheres frequentemente abrem mão da ascensão na carreira, buscando o empreendedorismo ou trabalhos flexíveis em casa.
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Mais do que lidar com a condição dos filhos, o maior obstáculo enfrentado pelas famílias é o olhar julgador da sociedade. O autismo, por exemplo, não tem cara, e a falta de compreensão machuca.
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Apesar das promessas do Estado, o desafio é fazer as políticas de apoio funcionarem na ponta. No fim, o que essas mães mais desejam é respeito, empatia e dignidade para seus filhos.
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