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“A Síndica”, novo podcast do jornalista Chico Felitti, reacende uma das histórias mais controversas de Belo Horizonte.
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Com cinco episódios, a produção revisita a trajetória de Maria Lima das Graças à frente do Conjunto Juscelino Kubitschek.
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O podcast se ancora em três anos de apuração busca compreender como a síndica, que morreu em março deste ano, se manteve no poder por mais de quatro décadas.
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Segundo Felitti, o caso se destacou logo no início da investigação. “Uma gestão que ficou mais de 40 anos no poder e que instituía regras como proibir cachorro de pisar no chão do prédio ou obrigar o pagamento do condomínio em dinheiro vivo, isso nunca tínhamos visto”.
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A figura de Maria Lima das Graças ultrapassa o campo administrativo e entra no imaginário coletivo da cidade.
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Apelidada de ‘Dama de Ferro do JK’, a síndica já se envolveu em diversas polêmicas e ocupou manchetes de jornais em disputas judiciais pelo poder do condomínio.
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Para o jornalista, esse caráter quase lendário foi determinante para a construção da narrativa. “O único consenso entre todas as pessoas que ouvimos, e foram mais de 150, é que a síndica tinha virado uma figura mitológica".
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A ascensão da ex-síndica também chama atenção. “Você imagina, uma faxineira de um dos maiores prédios do mundo chega ao cargo mais alto do condomínio e fica lá por quatro décadas. Tem de ser uma pessoa notável”, destaca.
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A investigação também aborda episódios mais graves, como o assassinato de um candidato à sindicância em frente ao prédio, além de denúncias envolvendo disputas judiciais, problemas estruturais e acusações de irregularidades na gestão.
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“A Síndica” chega após o sucesso de “O Síndico”, também produzido por Chico Felitti, que conta a história de um condomínio em São Paulo, onde um homem foi eleito para a administração após se apresentar como um investidor milionário.
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