Câncer de intestino: quando e quais exames devem ser feitos para o diagnóstico

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O câncer de intestino ou colorretal é o terceiro tipo de câncer mais frequente no Brasil, com 10,39% dos casos, segundo o levantamento mais recente do Inca.

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A doença é a segunda mais comum entre homens no Nordeste e figura entre as principais em incidência no país, com taxas de 10,3% entre homens e 10,5% entre mulheres.

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O crescimento dos registros em ambos os sexos acende um alerta, especialmente por se tratar de um tumor ligado à  alimentação inadequada, obesidade, sedentarismo e predisposição genética

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A definição da idade ideal para iniciar o rastreamento do câncer colorretal ainda gera divergências entre entidades médicas. No Brasil, o Inca afirma que ainda não há uma idade definida, mas orienta a priorização do diagnóstico precoce.

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Quando começar o rastreio?

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) e a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) defendem o início aos  45 anos — ou até antes, se houver histórico familiar.

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Quando começar o rastreio?

Fora do país, uma revisão recente do American College of Physicians recomenda que o monitoramento comece aos 50 anos. A orientação acompanha a OMS, mas contraria instituições como a American Cancer Society.

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Quando começar o rastreio?

Dois exames são fundamentais para a detecção precoce do câncer de intestino. O primeiro deles é o teste FIT, que identifica a presença de sangue nas fezes, inclusive quando não é visível a olho nu.

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Exames necessários

O segundo é  a colonoscopia, um exame de imagem que permite visualizar o interior do intestino e avaliar seu funcionamento.

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Exames necessários

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